segunda-feira, 12 de julho de 2010

A Flor e a Mulher


Uma Flor de Mulher!


Nunca se esqueça que toda mulher é uma delicada flor e que todos nós somos frutos de sua espécie, desenhados por Deus. Trate muito bem as mulheres da sua vida: mãe, esposa, filha, enteada, irmã, tia, prima, sogra, cunhada, amiga. Todas elas são flores e presentes de Deus.


Foto: Márcio M Pereira

Suzane


O Amor da Minha Vida!


Vida, a palavra já diz tudo, já demonstra tudo, já fala o que você é pra mim A MINHA VIDA. Amor são tantas coisas pra dizer que me fogem a cabeça, mas uma que eu nunca esquecerei é aquela velha frase muita usada por todos mais á unica que pode lhe dizer o que sinto EU TE AMO !!!
Eu sempre estarei do seu lado pro que der e vier, sempre juntos caminhando lado à lado no mesmo intuito sermos felizes.


Beijos,
Márcio



Foto: Márcio M Pereira

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Água é Vida!


A Importância de Beber Água.

Foto: Márcio M Pereira

Uma das formas mais baratas, acessíveis e eficazes de prevenir doenças, manter a beleza da pele, cabelos e unhas é através da ingestão de água. Os médicos recomendam a ingestão de 1,5 à 2 litros de água por dia, que é a quantidade média que um corpo adulto perde de líquido em 24 horas, seja através da digestão, respiração, suor, urina, transformação dos nutrientes em energia.
Precisamos manter o estado de equilíbrio, o que foi consumido precisa ser reposto. Para o equilíbrio, cada pessoa deve beber a quantidade adequada para o seu caso, na qual deverá ser considerado o estilo de vida, o metabolismo, a estrutura corpórea, o tipo de atividade física que pratica e até o clima. Estes fatores influenciarão diretamente na perda do líquido.
Para quem possui uma dieta balanceada, a recomendação de 1,5 à 2 litros de água pode ser reduzida em função da ingestão de sucos e frutas, com o exemplo da melancia que possui 90% de pura água.
Dentre os inúmeros benefícios da Água, podemos citar:
• Previne Celulite;
• Controla a Temperatura;
• Diminui o inchaço;
• Diminui o cansaço e sonolência;
• Aumenta o poder de concentração;
• Aumenta o fluxo de oxigênio;
• Fortalece a defesa do organismo.
Vamos nos hidratar! Não devemos esperar que o organismo dispare o alarme da sede para ingerir água!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O Amor da Criança

O Amor da Criança.


Foto: Márcio M Pereira
"Só é possível ensinar uma criança a amar, amando-a." (Goether)

Família


A Verdadeira Família.

Foto: Márcio M Pereira

"A verdadeira família é aquela unida pelo espírito e não pelo sangue." (Luiz Gasparetto)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A Cobiça - Inimiga Mortal do Ser Humano.






A COBIÇA

A Cobiça é incompatível com a virtude, porquanto sua generalização, como foi o fator decisivo na morte do Grande Mestre Hiram Abiff, como tem sido na política brasileira, no ambiente de trabalho e outros seguimentos, leva as ações dos homens à inevitável colisão entre si. A cobiça é contrária a lei da natureza. Ela é o desejo de enriquecimento, em todas as suas formas, através de todos os tipos de violência, fraude e perfídia.
A cobiça é a maligna concupiscência, e nela se vê a idéia essencial do crime contra o moral e os bons costumes.
A cobiça é um dos piores sentimentos que o homem pode experimentar. Este corrói o fundo da alma, deixando aflito o espírito que não compreende a motivação em atender a sede da alma por riquezas alheias.
Os homens que se entregam à cobiça perderam o sentido pela essência da vida. Quando contaminado pela cobiça, terá sempre a insaciável sede de querer mais e mais. Nesta fase, não importa mais a observância dos valores morais, sociais e familiares, que estão sofrendo por inanição de AMOR.

A Lenda do Mestre Maçom Hiram Abiff retrata o mal que a cobiça pode trazer para humanidade. Vejamos então:

Quando a lenda maçônica diz que Hiram Abiff era filho de uma viúva, isto pode referir-se não exatamente a natureza órfã de Hiram Abiff, mas a forma como eram denominados certos membros de uma sociedade secreta que cultuava a deusa egípcia Ísis. Esta deusa é conhecida como a Viúva, ou a Grande Viúva dado seus esforços para trazer de volta à vida o deus Osíris. Aliás, há um grupo especial na Maçonaria denominado Filhos da Viúva que, entre outras práticas, auxilia filantropicamente às viúvas da região em que moram. Vê-se, pois, que Hiram Abiff, sendo filho de uma viúva, era um devoto de Ísis, evidenciando que conhecia os ensinamentos das Escolas de Mistérios Egípcios. Outra particularidade que devemos notar: no Egito, os deuses morriam.
Continuando os relatos sobre Hiram Abiff, segundo a Maçonaria, ele era o único no mundo que conhecia os segredos do que chamaremos por convenção, de “Mestre Maçom”, incluindo o mais importante deles, a “Grande Palavra Maçônica”, o nome de Deus. No entendimento ocultista, saber o nome de um espírito é uma chave para ter o seu poder, e no caso da Grande Palavra Maçônica, considera-se que existe um grande poder envolvido com o conhecimento dela. Este tipo de informação, sem dúvida, despertaria o interesse de muitas pessoas, fossem elas simples ou poderosas, bastando que ambicionassem ser mais do que já eram.
A cobiça pelos conhecimentos de Hiram teria vitimado-o, causando sua morte. Hiram foi assassinado por maus pedreiros que desejavam conhecer os segredos que ele guardava. Sua morte justifica o mandamento maçom de entregar a vida, mas não revelar seus segredos àqueles que não tiverem merecimento. Há rumores de que Hiram teria repassado, sim, seus conhecimentos a outros iniciados, mas estes só seriam revelados aos mais altos mestres da Maçonaria.
Uma conclusão que pode ser tirada disto é que, se Hiram Abiff era um Mestre Ocultista e foi chamado para construir o Templo de Jerusalém com propósitos ocultistas de Salomão, é razoável pensar que toda a arquitetura do Templo de Jerusalém continha significados ocultistas. Ocorre, porém, que devido à morte de Hiram, alguns planos para o Templo não teriam sido levados adiante, o que faz os Maçons considerarem que o Templo de Jerusalém foi construído de forma imperfeita. E os Maçons preocupam-se muito com isto, por que, assim como o povo Judeu, não reconhecem a divindade de Jesus Cristo, e consideram que a existência do Templo é fundamental para a vinda de seu Messias, a fim do cumprimento de várias profecias que relacionam o Messias com o Templo, seja ele o Salvador do Povo de Israel, seja ele o Anticristo predito por João.

Márcio M Pereira – O Guardião do Templo

sexta-feira, 10 de julho de 2009

TEXTO PARA REFLEXÃO



Estimados Irmãos,

Ninguém foi mais claro e simples do que Jesus, filho do Grande Arquiteto do Universo, o maior de todos os iniciados, quanto a definir as conseqüências que advém de todas as expressões do homem no mundo.
Cada um será julgado pelo que foi. Sim, antes de tudo cada um de nós será julgado pelo que é..., muito mais do que em razão do que se faça.
Esta é a razão pela qual, muitos que não fizeram nada de errado serão julgados negativamente, não em razão do que fizeram, mas sim de quem foram, puderam e tiveram..., e, portanto, pelo que podendo..., deixaram de fazer de bom.
Na Parábola das Ovelhas e Cabritos [Mt 25] Jesus nos ensina que a omissão é homicida e atraidora de grave juízo de Deus.
Não é preciso que se faça algo errado... Basta que não se faça nada... e tudo já está errado... Sim, pois até o não fazer, o se omitir, indica quem somos...
Na realidade o que o Evangelho ensina é que não é possível existir sem semear sementes de vida ou morte...
Somos semeadores sempre...
Nosso existir semeia sementes o tempo todo, seja por palavras, pensamentos, sentimentos, atitudes, juízos, ações ou omissões.
Não é possível existir sem semear!
Existir é semear...
Por isto não existe uma existência neutra, como se fosse uma Suíça existencial. Quem existe, semeia...
É por isto que somos advertidos que seremos sempre conhecidos pelo fruto de nossa vida, pois, eu semeio o que tenho no coração.
Mangueiras não dão semente de Fruta-Pão ou produzem flor de cactos.
Foi por esta razão que Jesus foi tão insistente no fato que pelos frutos se conhece o homem, assim como pelos frutos se conhece a árvore.
E mais:
Ele nos deu a mais simples forma de discernir a verdade da vida apenas vendo o fruto da vida.
“Podem ser colhidos figos em espinheiros ou uvas em abrolhos?”
O irmão de Jesus, Tiago, pergunta:
“Pode acaso a mesma fonte jorrar o que é doce e o que é amargo?” — seguindo a mesma lógica da vida ensinada por Jesus.
Paulo nos diz que tratar com descaso tal fato do existir é zombar de Deus, é achar que tal Princípio terá na pessoa que brinca com a vida a sua exceção...
“De Deus não se zomba: pois aquilo que o homem semear isso também ceifará”.
Ou seja:
Quem pensa que pode driblar tal Princípio da Vida, que diz que todo existir produz fruto — bom ou mal; e cada um com suas conseqüências, boas ou más — está brincando com Deus, ou em franco e explicito processo de zombaria de Deus como Criador de todos os Princípios da Vida.
Semear intriga e se queixar de receber ódio é zombaria...
Semear desconfiança e não aceitar colher suspeição ou distancia é brincar com Deus.
Semear corrupção, ou inveja, ou maldade e injustiça, e pretender não colher o desprezo que a maioria dá ao invejoso, o ódio que quase todo homem devolve à maldade e à injustiça recebida, e ainda perguntar a Deus “por que” e se vitimar diante dos homens como um inocente... — é abominável diante de Deus.
O homem recebe espiritualmente da vida o que espiritualmente semeia na vida; assim como se ele plantar uma semente de uma qualidade e natureza específicas em seu pomar, colherá o fruto que corresponde à semente que ele plantou.
E mais:
Tem-se que saber que Deus perdoa as falsas semeaduras de nossa existência, ou as más sementes lançadas pelo nosso existir, ou mesmo os equívocos de nossas ações, mas, mesmo assim, não nos isenta conhecermos as conseqüências de nossa semeadura existencial e comportamental.
O “malfeitor perdoado” ao lado de Jesus na Cruz foi para o Paraíso, mas colheu todas as conseqüências que sua semeadura humana produziu no mundo.
Aliás, a primeira luz que nele brilhou como ação da Graça de Deus em sua consciência foi compreender que aquilo que o homem semeia ele mesmo ceifa — posto que dissesse: “... nós estamos recebendo o pagamento justo que os nossos atos merecem”.
Você anda por aí cheio de raiva, de cobiça, de amargura, de antipatia, de luxuria, de inveja, de maquinação, de ocultação, de omissão, de manipulação, de mentira, de infidelidade, de ciúmes, de intrigas, de mesquinharia, de intransigência, de desamor, e, depois, espera o quê?
Espera ser amado, querido, respeitado, tratado com dignidade, abraçado com sinceridade?
Sim, espera ficar amigo de Deus, dos anjos e dos homens bons?
Já vivi o suficiente para saber que tudo tem as suas conseqüências.
Sim, podemos até prová-las [as conseqüências] de modo já perdoado, como aconteceu com Davi, mas, mesmo assim, estaremos perdoadamente tendo que viver com as conseqüências do que plantamos.
É também por esta razão que a Sabedoria diz:
“Alegra-te jovem na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias de tua mocidade; anda pelos caminhos e satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos... Sabe, porém, que de todas essas coisas Deus te pedirá conta”.
Ao assim dizer a sabedoria ensina que o homem tem que escolher sempre, e que até as escolhas da juventude mais tenra têm suas conseqüências.
Daí a Sabedoria mandar viver até mesmo nos anos da “irresponsabilidade” — quando “love, then, is something easy to play” — com alegria consciente, pois, mesmo na alegria tola se está semeando algo sempre, e que sempre voltará para nós, não porque Deus o traga, mas apenas porque o semeador e a semente sempre se encontram na vida, posto que na existência o semeador e a semente sempre tenham a mesma natureza e qualidade de ser e existir.
Assim, é preciso realmente saber que tudo o que dizemos, fazemos, pensamos e imaginamos, nós irradiamos...
Sim, até quando nos omitimos e cruzamos os braços...
Outra coisa a se saber é que assim como semeamos em outros, também em nós outros semeiam.
Na realidade existe a semente em mim, no mínimo ambivalente; todavia, com tendência natural a tornar-se apenas mato ou espinheiro.
Entretanto, além disso, outros também semeiam em meu ser desde sempre. São heranças culturais, são influencias na infância, são amizades na adolescência, são traumas familiares, são impressões deixadas por pessoas que passam pela nossa vida..., além das sementes invisíveis das forças e poderes do ambiente espiritual que nos cerca.
No entanto, não se deve culpar os que semearam coisas ruins em nós, pois, culpá-los não salva a ninguém, muito pelo contrário; visto que na maioria das vezes os que assim fazem transferem para outros a responsabilidade..., jamais se curam em relação ao que neles foi semeado como mal.
Eu sou o responsável pelo que semeio e por não deixar que o que foi semeado de ruim em mim... se torne a minha própria semente na vida!
Afinal, é assim que é; pois, tribulação, dor, corrupção e morte vêm sobre a alma de todo homem que semeia o mal; assim como glória, honra, incorruptibilidade e vida eterna brotam como fruto normal na vida de todo homem que busca e faz o que é bom.
Duvidar disso e não atentar para tal realidade imbatível da existência, é como enforcar-se para dormir, esperando acordar um pouco mais descansado...
Nele, em quem aprendo que aquilo que se semeia, se colhe, mesmo que o perdão nos tenha sido concedido pelo Pai, o Grande Arquiteto do Universo.

Um Grande Sábio!